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Grito de Horror - 1981 - Dublagem Clássica - Trial Áudio - Bluray 1080p



Karen White, é uma jovem apresentadora de um telejornal, que vai atrás de uma entrevista com um assassino. Depois do encontro com o tal, Karen, fica traumatizada com os fatos chocantes que o assassino revela e começa a sofrer de amnésia traumática e viaja com seu marido. Longe da cidade, o casal se refugia em uma comunidade do interior. O grande problema é que os nativos dessa pequena aldeia tem algo a esconder.


Filme
Titulo no Brasil: Grito de Horror
Titulo Original: The Howling
Ano de Lançamento: 1981
Distribuidoras:AVCO Embassy Pictures
+ No Filmow: http://filmow.com/grito-de-horror-t6629


Arquivo Maior
Tamanho: 4,35 GB
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - Herbert Richers – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192kbps.
Audio 2: Português - Dublagem Clássica - Centauro – 44,1 KHz, AC3, 2 canais, 128kbps.
Audio 3: Inglês / 48,0KHz, DTS, 2 canais, 1509kbps.
Legenda : Português/Inglês
Gênero: Terror
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p

Arquivo Menor
Tamanho: 2,12 GB
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - Herbert Richers – 48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192kbps.
Audio 2: Português - Dublagem Clássica - Centauro – 44,1 KHz, AC3, 2 canais, 128kbps.
Audio 3: Inglês / 48,0KHz, DTS, 2 canais, 1509kbps.
Legenda : Português/Inglês
Gênero: Terror
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p

Remasterizador e Uploader: -=| Don Costa. |=-
Créditos da Dublagem Clássica Herbert Richers: -=| Johnahex |=-

NOTA IMPORTANTE:
O filme foi remasterizado pelo Don Costa e o áudio cedido pelo Johnahex. meu único trabalho referente á esse filme, é apenas o de preservar e manter online o mesmo, além de tornar facil o download . as informações sobre o filme são de autoria do don costa, créditos totais á ele e ao TeladeCinema.

INFORMAÇÕES DO ARQUIVO:
Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 4,35 Gb e outro menor com 2,12 Gb. Ambos têm três áudios e a única diferença entre eles é a bitragem de vídeo. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Para esta remasterização foi utilizado um Bluray –rip alemão como base para o vídeo, um DVD-rip nacional de onde foi extraída a dublagem Centauro e o TV-rip do Johnahex contendo a dublagem da Herbert Richers. O áudio Herbert Richers do TV-rip estava em muito bom estado, embora ainda necessitasse de uma limpeza para eliminar os chiados comuns em sinal de TVs analógicas e em fitas VHS. Nos pontos onde havia cortes, um procedimento muito usado pelas emissoras a fim de adequar a duração do filme à sua grade de programação, o preenchimento foi feito com o áudio inglês original, exceto em dois curtos pontos que continham diálogos. Neles, foi necessária a utilização do áudio da dublagem Centauro para cobrir os pontos, mas nada que atrapalhe a exibição do filme. Também decidi manter a voz do locutor da TV quando começam os créditos finais, anunciando a próxima atração. Nostalgia para o público do Paraná. Já o áudio Centauro não precisou de nenhuma edição além da sincronização inicial.




Arquivo Maior
Opção 1: Cloud Cannibal
Opção 2: pCloud
Opção 3: UsersCloud
Opção 4: MEGA
Opção 5: Fufox
Opção 6: OpenLoad
Opção 7: PromptFile
Opção 8: Uptobox
Opção 9: 4shared
Opção 10: Samaup
Opção 11: Lolabits

Arquivo Menor
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Opção 11: Lolabits

Trilha Sonora
Opção 1: LolaBits
Opção 2: pCloud






Informações sobre o filme:
Na cena em que Terri chama Chris ao escritório do Dr. Wagner, vemos uma imagem de Lon Chaney Jr. na parede. Chaney interpretou o lobisomem em cinco filmes: “O Lobisomem” (1941), “Frankenstein Encontra o Lobisomem” (1943), “A Casa de Frankenstein” (1944), “O Retiro de Dracula” (1945) e “Abbott e Costello Às Voltas com Fantasmas” (1948). Ele é o único ator que interpretou um monstro da Universal no filme original e em todas as suas sequências.

Um jovem Lon Chaney Jr marca presença no filme, através de um retrato.
Rick Baker estava, originalmente, fazendo os efeitos especiais do filme, mas ele parou os trabalhos para fazer “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981), na Inglaterra, deixando a responsabilidade dos efeitos deste filme americano nas mãos de seu assistente, Rob Bottin. Tanto este filme quanto “Um Lobisomem Americano em Londres” foram lançados no mesmo ano e ambos receberam muitos elogios por seus trabalhos de maquiagem, sendo que o filme inglês foi premiado com o Oscar. Na imagem abaixo, Belinda Balaski recebe sua maquiagem diretamente das mãos de Bottin. Sua personagem em “Grito de Horror” recebeu o nome de Terry Fisher em homenagem à Terence Fisher, diretor de inúmeros clássicos da Hammer Films, incluindo “A Maldição do Lobisomem” (1961).

Rob Bottin trabalhando em Belinda Balaski (no alto), e o resultado final (acima).
Robert Picardo tinha que se sentar por até oito horas para que o rosto e o peito recebessem toda a maquiagem e equipamentos de efeitos especiais. A equipe de Bottin passou o que era para ser o primeiro dia de filmagens com o personagem Eddie Quist, transformando Picardo nele, desperdiçando as filmagens do dia. Ele teve que dormir durante a noite com toda a maquiagem e o equipamento para que eles pudessem filmar no dia seguinte. Entre os artistas da equipe de Bottin estava um iniciante Greg Cannom, lendário artista de efeitos de maquiagem com trabalhos consagrados em filmes como “Os Garotos Perdidos” (1987), “Drácula de Bram Stoker” (1992), entre outros.

Greg Cannom com Robert Picardo e Belinda Balaski (no alto à esquerda), e vestindo as bexigas de ar antes das próteses serem aplicadas (direita).
Picardo e Bottin trabalharam juntos novamente em muitos projetos, incluindo “A Lenda” (1985), de Ridley Scott. Eles foram contratados porque Scott era um fã de “Grito de Horror”. Mas o desgaste deste primeiro trabalho foi grande. Houve momentos durante as filmagens em que Picardo ficava muito desanimado com relação às horas que ele gastava para colocar e tirar a maquiagem. Na Edição Especial do DVD, ele observou: “Um dia, depois de passar seis horas e meia na cadeira de maquiagem, eu estava pensando… ‘estudei na Universidade de Yale, tive dois papéis principais na Broadway, e em meu primeiro papel como ator de cinema na Califórnia, meu rosto fica derretido em um filme de terror de baixo orçamento’. Tudo o que o pessoal da produção repetia para mim era, ‘Bob, da próxima vez leia o roteiro todo, detalhadamente, antes de aceitar o papel!’”

Robert Picardo e o contraste do “antes e depois” da aplicação da maquiagem “mais leve”.

A maquiagem mais pesada, aqui aplicada por Bottin, levava muito mais tempo.
Além da maquiagem, vários técnicas e vários tipos de tecnologias foram usados para dar vida aos lobisomens do filme. Animatrônicos, fantoches em tamanho real, filmagens em stop-motion, fantasias e, até, animação. No caso de uma das fantasias, ela aparece apenas parcialmente e brevemente no filme (quando Terry é atacada na cabana da família Quist), porque Dante achou que ela não funcionava bem e que parecia muito com um urso.

A fantasia de lobisomem (acima) foi pouco utilizada e aparece apenas parcialmente em cena.
A transformação do lobisomem no clímax do filme (quando Eddie se transforma para Karen) teve que ser feita inteiramente em close ups, porque o filme já tinha ultrapassado seu orçamento. Além disso, a cena teve de ser feita no escritório mesmo, porque eles não tinham dinheiro para criar outros cenários. Mesmo com todas estas limitações, o resultado impressiona.

A principal cena de transformação no filme utilizou maquiagem e animatrônicos (com Bob Bottin – no alto e Joe Dante – acima), filmada totalmente em close ups.

O técnico de efeitos especiais Jeff Shank dá o acabamento em um fantoche de lobisomem antes de colocá-lo em cena.

O diretor verifica os detalhes antes de rodar a cena.

A técnica de colocar dublês fantasiados (acima) chegou a ser utilizada em uma cena mais longa do incêndio no celeiro, mas ela foi cortada da montagem final.
O orçamento inicial do filme era ainda mais baixo, e muitas soluções encontradas para filmar as criaturas de maneira realista não obtiveram um bom resultado quando visto na tela. Em uma delas, o próprio Robert Bottin utiliza um fantoche com cabeça e braço de lobisomem para atacar a personagem de Belinda Balaski, na cena do consultório. Então, o diretor Joe Dante voltou à diretoria do estúdio, mostrou aquelas cenas prontas e pediu mais dinheiro para melhorá-las. Todas aquelas cenas foram refeitas. O resultado final deixa claro que o diretor estava certo. O filme foi muito elogiado, teve boa bilheteria e só não levou o “Oscar de Melhor Maquiagem” porque “Um Lobisomem Americano em Londres” apresentou um resultado ainda mais impressionante.

Bottin ataca Belinda Balaski com uma cabeça e um braço mecatrônicos, em cena que foi refeita após Dante conseguir aumentar o orçamento.
Dee Wallace estava muito desconfortável na cena do sex shop. O desconforto no rosto pode ser visto claramente. Em uma entrevista concedida mais tarde, ela disse que o pior momento foi atuar enquanto assistia àquele filme pornô que reproduzia um estupro, principalmente porque a locação era em um sex shop real, e muitos homens já tinham passado por aquela cabine, segundo ela, “_Fazendo sabe-se lá o quê”! Bom, na verdade ela sabia “o quê” eles estavam fazendo. Por isso o desconforto.

Em um filme de baixo orçamento, muitas locações são feitas em lugares reais, mesmo os desconfortáveis.
A obra foi filmada em, apenas, 28 dias, além dos 8 dias das refilmagens das cenas que seriam substituídas.
Robert Picardo improvisou a fala “Eu quero dar-lhe um pedaço da minha mente”, antes de retirar uma bala de sua cabeça. A frase foi muito comentada na época e remete à sociopatia do personagem enquanto se adéqua à maneira de pensar totalmente doentia dos psicopatas reais.
Devido ao seu trabalho neste filme, Joe Dante e Michael Finnell receberam o convite de Steven Spielberg para fazerem o filme “Gremlins” (1984). Steven ficou muito impressionado com o resultado obtido em “Grito de Horror”, mesmo trabalhando com um orçamento tão limitado. “Gremlins” acabaria se tornando outro grande sucesso da década de 80.

Michael Finnell, Steven Spielberg, Joe Dante e “Gremlins”, outro grande sucesso dos aos 80.
O diretor de arte Robert A. Burns, já havia trabalhado nos sets de “O Massacre da Serra Elétrica” (1974). De fato, muitos dos objetos utilizados neste filme eram hold-overs que vieram dos sets de “O Massacre da Serra Elétrica”, mais notavelmente o cadáver na poltrona visto na livraria de Walter Paisley.

O cadáver da poltrona na livraria é só um dos vários objetos vindos de “O Massacre da Serra Elétrica”.
Há várias referências à “lobos” no filme, inclusive na forma de trocadilhos. As principais são:

O livro que Bill está lendo na cama é “”You can’t go home again” (Você não pode voltar para casa novamente), de Thomas Wolfe (soando como Wolf, que é Lobo em português).

Quando Terry está olhando a cabana na floresta, há uma lata de chili “Wolf” em cima da geladeira.

Na mesma cena, há uma imagem de um lobo sobre a prateleira.

Uma imagem de um lobo atacando um rebanho de ovelhas pode ser visto acima da cama de Karen e Bill.

O filme que é assistido por Fred e Terry quando recebem o telefonema de Karen é “O Lobisomem” (1941). Ele também aparece brevemente depois dos créditos finais.

Em uma cena, Sam Newfield (Slim Pickens) é visto comendo uma lata de chili, novamente da marca “Wolf”.

Há um livro perto do telefone durante a cena em que Terry liga para Fred chamado “Howl”, de Allen Ginsberg. “Howl” quer dizer “uivo”, e “The Howling” pode ser traduzido livremente como “O Uivo”.
O legista conta uma história sobre um “caso” chamado Stu Walker. Stuart Walker foi o diretor de “O Lobisomem de Londres” (1935), o primeiro filme de Hollywood sobre lobisomens da era do som.
Os seguintes diretores de filmes de lobisomens foram homenageados com nomes de personagens neste filme: George Waggner (O lobisomem – 1941), Roy William Neill (Frankenstein Encontra o Lobisomem – 1943), Terence Fisher (Maldição de Lobisomem – 1961), Freddie Francis (A Lenda do Lobisomem – 1975), Erle C. Kenton (A Mansão de Frankenstein – 1944), Sam Newfield (O Monstro Sinistro – 1942), Charles Barton (Abbott e Costello às Voltas com Fantasmas – 1948) e Jacinto Molina – nome real do diretor Paul Naschy (La furia del Hombre Lobo – 1972).

Da esquerda para a direita e de cima para baixo: George Waggner, Roy William Neill, Terence Fisher, Freddie Francis, Erle C. Kenton, Sam Newfield, Charles Barton e Jacinto Molina.
Jack Conrad foi, originalmente, convidado para dirigir e escrever o filme, mas problemas com o estúdio obrigaram-no a deixar o projeto. Além disso, Terence H. Winkless estava escrevendo o script inicialmente, mas, quando a sua versão não foi considerada satisfatória, ele deixou a produção. O filme, finalmente, caiu no colo de diretor Joe Dante, que trouxe a bordo o roteirista John Sayles, com quem já havia trabalhado em “Piranha” (1978), para escrever o roteiro.
Dee Wallace (Karen) e Christopher Stone (Bill) estavam realmente casados na vida real quando o filme foi rodado. Eles haviam se casado em 1980, e o casamento durou até 1995. O casal tem uma filha, Gabrielle Stone, nascida em 1988, que também é atriz.

Christopher Stone, Gabrielle Stone e Dee Wallace em foto dos anos 90 (esquerda) e foto atual da filha do casal (direita). Os olhos da mãe?
Roger Corman, o famoso produtor de filmes B, que orientou o diretor Joe Dante, faz uma participação como o homem esperando para usar a cabine telefônica depois de Karen White. Quando Corman verifica o telefone público procurando por algumas moedas esquecidas, ele, na verdade, está fazendo uma referência à sua lendária fama de avarento, como uma piada interna entre a equipe da produção.

Roger Corman, dando uma olhadinha para ver se encontra moedas deixadas por usuários perdulários.
O colecionador Forrest J. Ackerman também faz uma ponta, como um cliente da livraria. Ele aproveita para fazer propaganda da sua revista, “Famous Monsters Of Filmland”, enquanto carrega uma cópia dela em cena.

Forrest J. Ackerman. Sem cachê, mas com propaganda.
John Sayles, o co-roteirista do filme, também ajuda a compor o elenco, como o assistente do necrotério.

Em filmes de baixo orçamento, todos os integrantes da produção ajudam.
Durante os créditos iniciais é mostrada uma imagem de TV com estática, tendo diálogos ao fundo. Estes conversas são trechos de diálogos que acontecem ao longo do filme.
The Howling é o primeiro filme de uma franquia que gerou seis continuações e um reboot, todos eles muito inferiores ao original, não chegando nem perto de repetirem o sucesso da produção de 1981.
Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, rustbeltflicks.blogspot.com, cinema.de, horror.wikia.com, coolasscinema.com, californiagara.tumblr.com, theburbs.wikia.com, fanmail.biz, findagrave.com, retrophilia.tumblr.com, arthur-conan-doyle.com e mubi.com.
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Este post foi escrito por: CaNNIbal

Sou Web-Designer,Remaster e trabalho com recuperação de audio e video, Sempre procuro trazer novidades com matérias sobre filmes de terror e todo dia trazer um novo filme para quem é fã e ama assistir um bom filme de terror, trabalho constantemente afim de atingir a minha meta que é adquirir e compartilhar filmes de terror raros,antigos e dublados que marcaram há nossa infância.

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