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Frankenstein - 1931 - Dublagem Clássica - Trial Áudio - Bluray 1080p



Henry Frankenstein, um cientista louco, vagueia à noite pelo cemitério na companhia de Fritz, um anão corcunda que é seu assistente. Frankenstein, procura mortos e costura partes de diversos cadáveres para fazer um único homem, mas para "dar" vida a este ser monstruoso um cérebro é necessário. Assim, ele manda Fritz, para o departamento médico de uma universidade próxima, onde o corcunda esquadrinha vários jarros nos quais foram mantidos cérebros vivos para estudos. Fritz, seleciona um cérebro e está rumo à porta quando se assusta com um carrilhão, fazendo-o derrubar o jarro. Ele rapidamente pega outro, sem reparar que no rótulo está escrito "cérebro criminoso". Frankenstein, desconhecendo o fato, coloca o cérebro em sua criatura e espera uma tempestade elétrica, que ele precisa para ativar a maquinaria que construiu para eletrificar o corpo da sua criatura. Durante esta experiência estranha Dr. Waldma, um tutor de Frankenstein, no passado; Elizabeth, a noiva de Frankenstein; e Victor, seu melhor amigo, tentam fazê-lo desistir deste experimento, mas o cientista está frenético e logo infunde vida na criatura, mas as conseqüências de tal ato serão trágicas.


Filme
Titulo no Brasil: Frankenstein
Titulo Original: Frankenstein
Ano de Lançamento: 1931
Distribuidoras: Universal Pictures
+ No Filmow: http://filmow.com/frankenstein-t5054/


Arquivo Maior
Tamanho: 4.17 GB
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - AIC SP (48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192 kbps)
Audio 2: Português - Redublagem Double Sound (48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192 kbps)
Audio 3: Inglês (48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192 kbps)
Legenda 1: Português Br
Legenda 2: Inglês
Gênero: Terror/Ficção Cientifica
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p

Arquivo Menor
Tamanho: 1.02 GB
Audio 1: Português - Dublagem Clássica - AIC SP (48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192 kbps)
Audio 2: Português - Redublagem Double Sound (48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192 kbps)
Audio 3: Inglês (48,0 KHz, AC3, 2 canais, 192 kbps)
Legenda 1: Português Br
Legenda 2: Inglês
Gênero: Terror/Ficção Cientifica
Formato: MKV
Qualidade: Bluray 1080p

Crédito da Dublagem Clássica AIC: -=| Johnahex |=-
Remasterizador e Uploader: -=| Don Costa |=-


VERSÃO MAIOR 4.17
Opção 1: CannibalCloud   - Vou Subir mais tarde.
Opção 2: pCloud
Opção 3: UsersCloud
Opção 4: MEGA
Opção 5: OpenLoad
Opção 6: PromptFile
Opção 7: Upfile
Opção 8: 4share
Opção 9: Samau



VERSÃO MENOR 1.02 GB
Opção 1: CannibalCloud  - Atualizando nosso Cloud File
Opção 2: pCloud
Opção 3: UsersCloud
Opção 4: MEGA
Opção 5: OpenLoad
Opção 6: PromptFile
Opção 7: Upfile - Servidor off, tento mais tarde.
Opção 8: 4shared - Servidor com Problema, tento mais tarde.
Opção 9: Samaup



Informações do arquivo(By. Don Costa e TeladeCinema):
Foram gerados dois arquivos para esta postagem. Um maior com 4,17 Gb e outro menor com 1,02 Gb. Ambos têm três áudios e a única diferença entre eles é a bitragem de vídeo. As qualidades das imagens são muito parecidas, porém as diferenças ficam evidentes quando assistidas lado a lado em uma tv de alta definição. Para quem tem equipamentos de ponta, recomendo que baixe o arquivo maior. Também envio o livro com o romance de Mary Shelley em português.
Frankenstein – ou o Moderno Prometeu:

O livro com o conto original da escritora mostra uma história bem mais complexa que a apresentada no filme. O cientista Victor Frankenstein abandona a criatura assim que ela é concebida, horrorizado com sua aparência. O monstro, então, tem de aprender sozinho tudo sobre o mundo, sobre a vida e sobre sua própria existência. Mesmo tendo de se esconder por sua aparência, ele se torna culto e articulado, embora frágil sentimentalmente, partindo em busca de seu criador a fim de que este lhe fizesse uma companheira para atenuar a sua vida solitária. Diante da recusa de Victor, a criatura passa a matar todos aqueles por quem seu criador nutre algum sentimento, fazendo com que ele experimente de sua própria solidão. Não há final feliz nesta história original. O livro está em português e no formato PDF.
Mary Shelley
Mary Wollstonecraft Godwin nasceu em 1797 e faleceu em 1851 deixando apenas um filho e várias obras publicadas, porém, é geralmente lembrada por uma única obra de grande sucesso intitulada: Frankenstein.
Mary Shelley era filha de Mary Wollstonecraft, considerada uma das primeiras feministas e que, infelizmente, morreu dez dias após o nascimento da filha. Ela ficou conhecida pela publicação das obras “A Reivindicação dos Direitos da Mulher (1792)” e “Os Erros da Mulher”. O pai de Mary Shelley, William Godwin, era jornalista, escritor e teórico anarquista, considerado o precursor da filosofia libertária. Publicou a obra “Uma Investigação Concernente à Justiça Política” (1793) que o tornou famoso e mais algumas obras dentre as quais destacamos “As Coisas Como São” e “As Aventuras de Caleb Williams” (1794).
Como boa filha de seus pais, Mary publicou seu primeiro poema aos dez anos de idade e aos dezesseis, ousadamente, fugiu de casa para viver com Percy Bysshe Shelley, apenas cinco anos mais velho, mas já bastante famoso poeta romântico que se casara há apenas cinco anos antes com Harriet Westbrook com quem tivera dois filhos. Após o suicídio de Harriet, Mary e Percy se casaram, em 1816 e Mary adotou o sobrenome de seu marido passando a se chamar de Mary Wollstonecraft Shelley.
A fuga de ambos os levou a se encontrar com Lord Byron em Genebra, na Suíça, com quem manteriam bastante contato e que teria sido o responsável por instigar Mary a escrever sua obra mais famosa. Segundo a história, Mary e Percy Shelley, Claire Clairmont e Lord Byron estavam em mais uma de suas reuniões quando Byron propôs a Mary que escrevesse a mais terrível história que pudesse. Encorajada por Percy, um ano depois Mary publicaria sua obra intitulada “Frankenstein, ou Moderno Prometeus” (título completo) com um prefácio, não assinado, dele mesmo e que lograria enorme sucesso.
Mas, ao contrário do que muitos podem afirmar, e do que se tornaram os filmes que, mais tarde, tentariam reproduzir a belíssima história de Mary Shelley, Frankenstein não é uma história de terror. Frankenstein fala da história de um cientista (Victor Frankenstein) que obcecado por tentar recriar a vida, fica horrorizado ao ver que cometera um erro. Em uma certa parte do livro ele chega a refletir sobre sua responsabilidade sobre o que fizera e a criatura à quem dera a vida, e o quão errada é a busca cega pelo conhecimento.
Em 1822, porém, Mary perderia Percy que morreu afogado na baía de Spezia, próximo a Livorno (Itália). Mary então voltou para a Inglaterra e dedicou-se a publicar as obras de seu marido, sem contudo, deixar de escrever.
Algumas obras de Mary Shelley foram “Faulkner” (1937), “Mathilde” (publicada em 1959), “Lodore” (1835), “Valperga” (1823) e “O Último Homem” (1826), considerada pela crítica como sua melhor obra e que teve grande influência sobre a ficção científica. Em “O Último Homem” Mary conta a história do fim da civilização humana e sua destruição por uma praga.

A escritora Mary Shelley e a raríssima primeira edição de sua obra mais famosa.
Informações do filme:
O monstro nesse filme não se assemelha fisicamente ao personagem do livro de Mary Shelley. Foi o Designer Maquiador Jack P. Pierce, que surgiu com inovações como a cabeça do monstro plana no topo, os eletrodos no pescoço, as pálpebras caídas, e o terno desalinhado. Quase todos os filmes de Frankenstein feitos após este, apresentam essas mesmas anormalidades físicas , tal foi o impacto causado pelo trabalho de make-up de Pierce. O design do monstro criado por Jack P. Pierce está sob copyright (detenção dos direitos autorais) da Universal até o ano 2026, e licenciado pela Universal Studios Licensing, Inc.

O personagem original do livro de Mary Shelley assemelha-se mais à caracterização de Robert De Niro na refilmagem de 1994.

Horas de trabalho diário com maquiagem criaram um dos mais icônicos personagens do história do cinema.
A maquiagem de Boris Karloff levava quatro horas a cada dia para ser aplicada por Jack P. Pierce, e seu traje pesava 22 kilos no calor desconfortável do verão. Os sapatos da criatura pesavam quase 6 kilos cada. O resultado causou espanto até nos colegas de elenco. Enquanto se preparava para filmar a cena em que o monstro ataca Elizabeth, Mae Clarke admitiu a Boris Karloff que ela estava preocupada que quando o visse com a maquiagem completa vindo em sua direção, ela pudesse ficar realmente assustada. Karloff disse a ela que, durante a cena, ele iria mexer o dedo mindinho fora da vista da câmera para que, apesar da maquiagem horrível, ela sempre pudesse ver seu amigo Boris acenando para ela, deixando-a segura. De fato, é possível ver o mindinho direito do ator curvado durante tal cena.

A pesada maquiagem dificultava até as tarefas mais simples como fumar ou tomar um chá. E Karloff ficava com ela o dia inteiro.
Durante a produção, houve alguma preocupação de que a atriz Marilyn Harris de sete anos de idade, que interpretou Maria, a menina jogada no lago pela criatura, ficaria excessivamente assustada com a visão de Boris Karloff caracterizado como monstro quando chegasse a hora de filmar a cena. Quando o elenco foi reunido para ir até o local, Marilyn saiu correndo de seu carro diretamente até Karloff, que estava com plena maquiagem e figurino, pegou sua mão e perguntou: “Posso ir com você?” Encantado, e na forma típica de Karloff, ele respondeu: “pode sim, querida?” Ela, então, foi para o local da cena com “O Monstro”, onde ficaram brincando por algum tempo até o início das filmagens.

A pesada maquiagem dificultava até as tarefas mais simples como fumar ou tomar um chá. E Karloff ficava com ela o dia inteiro.
Nesta cena, o monstro (Boris Karloff) anda através da floresta e encontra uma menina, Maria, que está jogando flores em uma lagoa a fim de vê-las flutuarem. O monstro se junta à ela na atividade, mas logo fica sem flores. Em busca de algo para jogar na água, ele olha para Maria e se move em sua direção. Em todas as versões americanas do filme, a cena termina aqui. Mas como filmado originalmente, a ação continua e mostra o monstro agarrando Maria e arremessando-a para dentro do lago para, em seguida, ficar completamente confuso quando Maria não consegue flutuar como as flores fiziam. Este trecho foi excluído porque os censores contestaram o fim violento da menina. A cena é restaurada somente na reedição do DVD. O filme também foi proibido no Kansas, EUA, no dia de seu lançamento original, alegando que ele exibia “crueldade e tendia a desvalorizar a moral”. A atriz Marilyn Harris tinha feito várias tomadas da cena do afogamento, nenhuma das quais agradou ao diretor. Era necessário que ela afundasse, mas ela não sabia como. Nas primeiras tomadas, ela realmente flutuou como o Monstro imaginou que ela faria. Embora molhada e cansada, ela concordou em fazer uma última tomada da cena, a que aparece no filme acabado, depois do diretor James Whale prometer-lhe qualquer coisa que ela quisesse se a tomada fosse feita. Ela pediu uma dúzia de ovos cozidos, seu petisco favorito. Whale foi generoso. Deu-lhe duas dúzias. O comentário do DVD para o filme sugere que Harris não era realmente uma boa nadadora, dizendo que ela só tinha um par de aulas de natação antes das filmagens e que nunca tinha mergulhado sob a água permanecendo submersa antes.

O final da cena acima permaneceu censurada nos EUA por mais de 60 anos. .
Um microfone foi colocado no caixão usado na cena do funeral para amplificar o som da terra batendo na tampa.
Boris Karloff foi considerado um ator tão desconhecido pela Universal que ele não foi convidado para a premier do filme em 06 de dezembro.
O ator Edward Van Sloan, que interpretou o Dr. Waldman no filme, apareceu na gravação de teste, agora perdida, com Bela Lugosi como “o monstro”. Em uma entrevista realizada pouco antes de sua morte, Van Sloan lembrou-se de que a composição de Lugosi se assemelhava à “O Golem”, com uma grande peruca e “uma pele semelhante à argila polida.” Infelizmente, esse filme dirigido por Robert Florey e gravado nos sets de Drácula (1931), não tem sido visto desde 1931 e agora é considerado perdido. Apenas um cartaz, cujo colosso de 10 metros de altura mostrado possui uma vaga semelhança com Bela Lugosi, ainda existe.

O ator húngaro Bela Lugosi e o personagem “Golem”, cuja aparência se assemelharia à sua maquiagem no teste para Frankenstein.

Reprodução do único cartaz produzido para Bela Lugosi como Frankenstein.
A escolha do elenco foi bem complicada. Aqueles primeiramente considerados para os papéis incluíam Leslie Howard como Henry Frankenstein e Bette Davis como Elizabeth. O diretor James Whale insistiu em Colin Clive para o papel de Henry. Originalmente, Bela Lugosi foi escolhido para interpretar o Dr. Frankenstein, mas depois que os produtores o acharam inadequado para o papel, ele foi “rebaixado” para interpretar o monstro, a fim de manter o seu nome, bem conhecido, ligado ao projeto e aos materiais promocionais. No entanto, o personagem do Monstro era simplesmente um assassino sem qualidades humanas. Lugosi teria reclamado, “_Eu era uma estrela no meu país e eu não vou ser um espantalho por aqui!” E deixou o projeto quando James Whale entrou em cena para substituir o diretor Robert Florey. A desistência de Lugosi – uma decisão de que veio a se arrepender profundamente – causou um grande problema para a produção, pois isso ocorreu após o início das filmagens. Como a confecção dos créditos era complicada e demandava tempo, a lista de abertura destes créditos na tela indicava “O Monstro” como interpretado por um ponto de interrogação, já que ninguém sabia quem o interpretaria naquele momento. Somente nos créditos finais, é revelado que Boris Karloff interpretou o papel central.

Créditos iniciais (no alto) e créditos finais (acima). Indefinição do elenco gera uma curiosidade na produção do fime.
Feito nos primórdios da sonorização cinematográfica, “Frankenstein” criou alguns efeitos sonoros que serviriam de base para vários outros filmes. Porém, nada supera o efeito utilizado para criar o som do trovão na cena da tempestade no castelo. Esse efeito sonoro surgiu neste filme e é, simplesmente, o som mais utilizado na história das artes audiovisuais. Ainda hoje, filmes, seriados, desenhos e até peças teatrais utilizam o mesmíssimo efeito sonoro em suas produções. Supera com folga o segundo mais utilizado, que é o som da campainha dos aparelhos telefônicos, até devido aos avanços tecnológicos que modificaram tais aparelhos, alterando o som da campainha.
Depois de trazer o monstro à vida, Dr. Frankenstein proferiu a famosa frase: “Agora eu sei o que é ser Deus!” O filme foi originalmente lançado com esta linha de diálogo, mas quando foi relançado no final dos anos 30, os censores exigiram que a frase fosse removida, alegando que era uma blasfêmia. Um forte trovão foi incluído na trilha sonora para cobrir a frase. O diálogo foi parcialmente restaurado no lançamento em vídeo, mas uma vez que nenhuma gravação decente do diálogo tinha sido encontrada, ele ainda aparece ilegível e indistinto. Mas a última restauração feita em 2008 corrigiu o problema. Uma gravação limpa dessa frase foi encontrada em um disco Vitaphone (semelhante a um grande registro fonográfico). A tecnologia moderna de áudio teve de ser utilizada para inserir o diálogo de volta para o filme sem qualquer alteração detectável na qualidade de áudio. Esse áudio restaurado é o que está na postagem.

A polêmica frase “Agora eu sei o que é ser Deus!” foi restaurada, deixando novamente a obra intacta.
De acordo com o programa da rede TLC “Hunt for Amazing Treasures” um cartaz de folha única dos seis feitos para o lançamento original de 1931, mostrando Karloff como o monstro ameaçando Mae Clarke, vale, pelo menos, U$ 600.000,00 e é, possivelmente, o pôster de filme mais valioso no mundo. A única cópia conhecida (original) é de propriedade de um colecionador particular.

Reprodução de um cartaz original do filme, tido como o mais valioso do mundo.
A imagem popular do monstro de Frankenstein como tendo a pele verde era originária deste filme. Jack P. Pierce aplicou uma maquiagem cinzento-verde para a pele do monstro, que apareceu como um tom de cinza pálido no filme em preto e branco. Essa cor contrasta com as tonalidades de cinza dos caracteres normais no filme. A única exceção foi o uso de uma cor muito mais escura no braço exposto do Monstro – representando carne morta enegrecida – antes de ser trazido à vida.

Raríssima imagem colorizada, num momento de pausa do ator, mostrando a tonalidade real da maquiagem do monstro.
O nome de Mary Shelley é dada nos créditos iniciais como Sra Percy B. Shelley. Este tipo de informação pode ter contribuído para que muitas pessoas naquele tempo atribuíssem a criação do romance ao marido da escritora, Percy B. Shelley.

O machismo reinante no início do século passado dificultava a divulgação dos nomes das escritoras e outras artistas.
A frase “Está vivo! Está vivo!” foi votada como a 49º citação de filme mais lembrada pelo American Film Institute, de um total de 100 citações.
Boris Karloff é considerado um caso de início de protagonismo tardio em Hollywood. “Frankenstein” (1931) estreou quando ele tinha 44 anos e antes disso ele só tinha feito pequenos papéis em várias produções, na maioria das vezes sem ser creditado.

Boris Karloff (no alto) e seu primeiro personagem de sucesso (abaixo, durante uma pausa) aos 44 anos.
Ken Strickfaden, que criou todos os efeitos elétricos para o filme, também foi o dublê de Boris Karloff durante as sequências que mostraram os milhares de volts jogando as faíscas sobre seu corpo. As mesmas máquinas foram usadas mais tarde na comédia “O Jovem Frankenstein” (1974), e o diretor Mel Brooks deu à Strickfaden o crédito que ele não recebeu por “Frankenstein”.

Kane Richmond e Ken Strickfaden nas filmagens de “The Lost City” (1935). Especialista em efeitos especiais não foi creditado em “Frankenstein”.
O personagem principal do livro de Mary Shelley, Dr. Victor Frankenstein, foi rebatizado como Henry porque foi decidido que Victor iria soar muito “grave” e “hostil” para o público americano na época. Assim, no filme, o primeiro nome do Dr. Frankenstein é Henry, enquanto o nome do seu melhor amigo é Victor Moritz. No romance, o nome do cientista é Victor Frankenstein, enquanto seu melhor amigo é chamado de Henry Clerval.
Edward Van Sloan (Dr. Waldman) também faz uma aparição sem créditos como ele mesmo no prólogo do filme, a fim de alertar o público do que se segue.
De acordo com o historiador de cinema Gregory Mank, James Whale estava com ciúmes da atenção que o monstro de Boris Karloff estava recebendo durante a produção e vingou-se fazendo com que ele carregasse o ator Colin Clive subindo a montanha até o moinho em mais tomadas do que as necessárias. Clive se sentiu mal pelo seu amigo e sugeriu que um boneco fosse usado em seu lugar. Whale recusou, e Karloff continuou a ter de transportar o corpo de Clive sucessivas vezes.

James Whale e Boris Karloff nas locações. Apesar dos atritos, ambos cultivaram uma grande amizade.
O método utilizado para dar vida à criatura nunca é discutido no romance de Mary Shelley. No livro, Frankenstein, narrando, se recusa a revelar como ele fez isso para que ninguém pudesse recriar suas ações. No entanto, o uso de um raio para ressuscitar o monstro tornou-se a metodologia aceita e aparece em praticamente todos os filmes desde “Frankenstein”. Também no livro, Frankenstein constrói e anima o monstro no que é essencialmente seu dormitório. A Universal decidiu criar o laboratório em um castelo com todos os equipamentos elétricos, e isso é o que a maioria do público, agora, associa com a criação do monstro.

O cenário criado pela Universal é outra imagem que ficou intimamente ligada ao personagem após o filme.
John Carradine recusou o papel do monstro porque ele se considerava demasiadamente talentoso para ser reduzido à um intérprete de monstros.
Carl Laemmle Jr. ofereceu à James Whale uma lista de mais de 30 adaptações cinematográficas para que ele pudesse escolher alguns para dirigir. Whale disse que escolheu filmes de terror porque ele queria fugir da imagem de “diretor de filmes de guerra” que ele adquiriu com os filmes anteriores. Ironicamente, Whale é, agora , muito mais lembrado por seus quatro filmes de terror.

James Whale (à direita), dirigindo o que seria, talvez, sua obra mais famosa.
De acordo com o The People’s Almanac, em um ponto do filme foi incluído uma linha de diálogo que dá um nome ao monstro: Adam. O Almanaque indica que uma versão inicial deste filme pode ter sido, de fato, lançada com a tal cena, mas que foi cortada quando o público começou a se referir ao monstro pelo nome Frankenstein. Até hoje as pessoas confundem o nome do cientista com o monstro que, originalmente, nunca recebeu um nome.
O que são comumente chamados de parafusos no pescoço do monstro, são na realidade, eletrodos.
Alguns dos cenários tinham sido originalmente construídos para o filme do diretor Paul Leni “O Gato e o Canário” (1927), que a Universal havia produzido quatro anos antes, mas que não foram utilizados nele.

Cena de “O Gato e o Canário” (1927). Reaproveitamento de cenários gera economia para os estúdios.
O período de tempo e o local em que se passa o filme nunca são mencionados e têm sido objeto de debate contínuo. Os dispositivos eletrônicos neste filme e suas sequelas sugerem um período de tempo do final dos anos 1800, mas, na verdade, Mary Shelley escreveu o livro no início de 1800. Os nomes dos personagens e locais parecem ser, principalmente, de origem alemã, mas os atores são, na sua maioria, britânicos e falam com sotaque britânico.
“Frankenstein” (1931) tecnicamente não foi concebido como um filme de “horror”, uma vez que o termo “horror” como um gênero de filme foi usado pela primeira vez em 1934.
No roteiro original, Henry Frankenstein morreria na sua queda do moinho. Quando a Universal decidiu por um final feliz, Colin Clive estava na Inglaterra, e então um dublê foi usado para a cena filmada à distância, que mostra o personagem se recuperando em sua cama, com sua noiva ao seu lado. Apesar de não ser creditado, muitos acreditam que o dublê em questão foi Robert Livingston que viria a se tornar um astro dos filmes de faroeste.

Decisão por um final feliz requereu um dublê para substituir o ator que já estava na Inglaterra. Seria Robert Livingston?
31 de outubro: “Dia Frankenstein”. A famosa história da criatura e de seu criador, “Frankenstein”, foi originalmente escrita por Mary Wollstonecraft Shelley quando ela tinha 21 anos. O “Dia Frankenstein” comemora seu aniversário, e celebra todas as coisas relacionadas ao seu famoso personagem.
Fontes: Imdb.com, aveleyman.com, eteignezvotreordinateur.com, vintag.es, horror.wikia.com, artofthetitle.com, randar.com, 101horrormovies.com, biography.com, infoescola.com, poetryfoundation.org, classiclit.about.com, literature.org e thecityreview.com.




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Este post foi escrito por: CaNNIbal

Sou Web-Designer,Remaster e trabalho com recuperação de audio e video, Sempre procuro trazer novidades com matérias sobre filmes de terror e todo dia trazer um novo filme para quem é fã e ama assistir um bom filme de terror, trabalho constantemente afim de atingir a minha meta que é adquirir e compartilhar filmes de terror raros,antigos e dublados que marcaram há nossa infância.

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8 comentários

só mesmo você não entende que a copia de postagem nesse nível te dar menos créditos do que lucro, isso fica até ridículo cara, me falaram que você era babaca mais não pensei que fosse tanto, tudo isso sem autorização nem simpatia dos colegas que fizeram o trabalho, tudo isso pra receber uns trocados, nossa vc é baixo pra não falar doente.

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E a cópia de postagem do nivel do tela é o que? quantas vezes eles postaram meus filmes sem ao menos dar créditos? heim porra? eles postar meus filmes sem créditos é certo, agora eu postar os filmes com todos os créditos não é né? faça me o favor né.
EU QUE ESTOU LUTANDO PRA MANTER ESSAS .... DE FILMES ONLINE, SOU EU QUE TODO DIA CRIA VÁRIOS E VÁRIOS LINKS ALTERNATIVOS DE DE DOWNLOAD, ALÉM DE GUARDAR TUDO NOS MEUS HDS, EU QUE ESTOU PRESERVANDO TUDO ISSO E PODE TER CERTESA QUE NO FUTURO OS LINKS QUE TU VAI ENCONTRAR ONLINE SERÁ AQUI E ELES VÃO VIR AQUI BAIXAR DOS MEUS LINKS PRA REPOR LÁ.

AO MENOS EU DOU OS CRÉDITOS, PELO MENOS EU DOU VALOR AO TRABALHO DAS PESSOAS, ATÉ MESMO DAQUELAS QUE ME ODEIAM, NUNCA NEGUEI CRÉDITOS A NINGUÉM E SEMPRE FIZ QUESTÃO DE DAR E SOU MUITO AGRADECIDO AO PESSOAL DO TELA, APESAR DE MUITOS NÃO GOSTAREM DE MIM.

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Nao ligue para isso q o pessoal fala só tenho a agradecer a os 2 sites, ao tela pelo filme e vc pelo up infelizmente nao posso baixar varios filmes do tela em questao de servidores eai vc vai e posta em server bom obrigado cannibal por finalmente me dar a oportunidade de baixar esse filme pq o server q o tela postou infelizmente nao posso baixar

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Desculpa mais doente pra mim eh quem posta filme em servers como uploaded logo hj em dia que existe varios servers gratuitos e com grande velocidade, isso eh no mininmo mesquinho, pode ate me chamar de puxa saco mais se nao fosse esse site nao teria baixado tantos filmes q eu tenho hj, o tela eh um otimo site mais tem varios uploaders q estao se lixando se vc vai conseguir baixar o filme ou nao.

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Se for pra mim pagar conta de contas premium prefiro comprar o filme original

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nunca ninguém pego seus filmecos não, o que te deixa invejoso é saber que o tela tem muito mais colaboradores do que vc tem, dai o que você postava aqui mendigando os colaboradores mandavam pra lá de boa, faz anos que vc não tem nada ou o que posta é afanado ou então proveniente de rolos duvidosos. em relação a servidor o que hoje é top amanhã pode nem ta mais online, mais sempre que alguém pede pra repostar lá no tela a gente atende. sofre doido

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O tela postou vários filmes meus sem créditos, eu comparei cada um dos arquivos, é impossivel alguém fazer rmz dos mesmos filmes, com os mesmos erros e o mesmo tamanho em mb,kbs e bits.

FAZ ANOS QUE NÃO POSTO NADA? FAZ POUCO TEMPO QUE JOGUEI NA NET UM PACOTÃO DE FILMES DE RAROS, FOI EU QUE COMPARTILHEI A MAIORIA DOS FILMES DO CINE-TRASH, EU COMPARTILHEI MAIS FILMES DE TERROR RAROS DO QUE QUALQUER PESSOA NA NET E ME MATEI PRA REMASTERIZAR FILMES PARA AS PESSOAS, SEU MAL AGRADECIDO.

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Essa agora eu não compreendi! O Leandro pegou o filme de um local, deu crédito aos responsáveis pelo rmz e fez o favor de colocar o arquivo em servidores mais rápidos e num único arquivo, ou seja, antes de tudo está prestando um favor aos "donos" do rmz que nesse caso deveriam estar gratos.

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